Sociedade Civil apela ao bloqueio das actividades públicas e privadas no país

O Fórum das Organizações da Sociedade Civil decidiu avançar hoje com práticas de desobediência civil apelando ao bloqueio das actividades laborais e da circulação dos transportes públicos na capital Bissau.

Em declarações à RDP-Àfrica, o porta-voz da organização disse que a medida visa protestar à decisão do Presidente da República de demitir o Governo legitimo do PAIGC e nomear o novo Primeiro-ministro sem o consentimento do partido maioritário vencedor das últimas eleições legislativas.

Luís Nancassa apelou à participação massiva dos funcionários públicos e privados na desobediência civil.

“O país deve parar devido a desobediência civil, porque devemos demonstrar enquanto guineenses, o nosso desejo pela paz e estabilidade  pondo fim ao ciclo de governos que não terminam o mandato”, exortou.

Aquele líder sindical sublinhou que, o que pretendem é para que os órgãos eleitos democraticamente, tanto, o Governo, como o Presidente da República terminem os seus mandatos.

Por seu lado, o Secretário-Geral do Sindicato Democrático dos Motoristas e Transportes Rodoviários da Guiné-Bissau fez saber que não participam nas jornada de desobediência civil.

Armindo Monteiro explicou que não  vão tomar parte porque uma eventual paralisação, seja ela de carácter temporário ou não  é sempre tida como uma greve.

Conforme o sindicalista, longe de qualquer tendência de carácter político-partidário decorrente da situação vigente no país, o sindicato dos motoristas entende que os problemas políticos devem ser resolvidos no fórum apropriado.

Entretanto, o repórter da ANG constatou que não obstante o apelo da desobediência civil decretado pelo Fórum das Organizações da Sociedade Civil, o movimento das pessoas continua  normal, pelo menos em Bissau.

Fontes:ANG

Redação Geba Press

Editorial GebaPress equipe

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